Algo com o seu ‘q’ de …

•November 19, 2006 • 3 Comments

estúpido.

Este post tem o seu ‘q’ bastante grande de estúpdio.

Ainda estou para descobrir onde é que existe um ‘q’ na palavra ‘estúpido’. Curioso, no mínimo.
Olhem, estou extremamente aborrecido e não tenho andado com pachorra nenhuma para postar aqui.  A única coisa que tenho feito ultimamente neste blog é mudar o ‘theme’ sempre que um novo aparece. Ah, e também fiz essa barra deveras pipi, que está aí em cima.

É giro, não é? Gostam?

Eu também não.

E pronto, este é o meu post de hoje. Se quiserem comenta, força nisso. Se quiserem criticar, forma nisso.

Mas por favor mandem ideias!

Obrigado.

Homem rouba banco e esquece de fugir

•June 11, 2006 • 8 Comments

Senhoras e senhores, após uma breve morte deste blog, anuncio que estou outra vez de pé! Bem, pensando melhor, até estou sentado, mas pronto, acho que vocês perceberam a ideia…Ou não, interpretem-na como quiserem!

Pois bem, esta notícia que vos vou mostrar hoje, seria crime se não a metesse aqui. Porque é que é tão importante meter aqui? Porque é de cagar a rir. Peço desculpa o termo obsceno, mas eu quando li este maravilhoso artigo, caí da cadeira de tanto rir, fracturei 3 ossos, parti o queixo, rachei a cabeça e fiquei duas semanas em coma. Quando acordei, estava convencido que o meu nome era Amélia e que morava em Covilhã, com os meus relativos.

Mas depois tudo ficou bem, graças às novas tecnologias e agora, estou outra vez de pé, pronto para comentar esta notícaia…Quer dizer, não estou bem de pé, até estou sentado, mas eu acho qADIANTE!

Aqui está a tal notícia:

“A polícia de um subúrbio de Austin, no Texas, prendeu na quinta-feira um homem que supostamente foi até um banco, exigiu dinheiro ao caixa e, ao invés de fugir, sentou e começou a ler uma revista.

Segundo a polícia, Paul Wendell Gunn, 61 anos, rendeu-se à polícia cerca de uma hora depois de ter ido ao banco e roubado uma quantia não informada de dinheiro.

“Depois de o funcionário dar o dinheiro a Gunn, ele sentou-se num sofá dentro do banco e começou a ler enquanto o local era evacuado”, declarou o policial Eric Poteet.

Segundo a emissora de TV local, as autoridades isolaram a área próxima ao banco, que fica apenas a um quarteirão do posto policial, até que Gunn se rendesse.

“Gunn não usou qualquer tipo de arma, e ninguém se magoou”, disse Poteet.

O ladrão esquecido está preso por suspeita de roubo. A audiência com o juiz já está agendada para que Gunn explique o acontecido. “

Ora bem, eu depois de ler um artigo destes só consigo fazer uma coisa. Rir, rir, rir, rir e soltar, de quando em quando, umas flatulências. E rir mais. E mais uma flatulência. E mais outra, vá. E fico-me por aí.

Então este sujeito, entra no banco, com um ar ameaçador, com o cabelo despentado, barba por fazer, dentes podres e boca mal-cheirosa, mostra a sua caçadeira de canos serrados, calibre 12, arrota para cima da primeira empregada que lhe aparece, pede-lhe todo o dinheiro do banco e, quando vai a fugir, PEGA NA LUX/CARAS/TELENOVELAS E COMEÇA A LER?! MAS O QUE É ISTO?

Eu só gostava era de estar no seu julgamento e ouvir a justificação deste seu comportamento. Mas como não posso, vou ter de dar asas à minha imaginação e imaginar o que se passou…

Querem saber? Querem que partilhe o que eu acho?

OK, como de disseram desde pequenote que partilhar é bonito, eu vou imaginar convosco o julgamento…

“Então Senhor Gunn, pode-nos explicar porque é que teve aquele comportamento naquele dia? Você sabe que o que fez está errado não sabe?”

“Sei sim, senhora Juíza”

“Então o que é que lhe passou pela cabeça?”

“Bem, eu estava num daqueles dias mesmo muito maus, sabe, de um gajo parar e pensar ‘epah, mas que chatice!…Este é mesmo daqueles dias maus!’…

Então o que é que fiz para resolver o assunto? Assaltei um banco.
Então eu chego lá com a minha caçadeira e tal e pedi à senhora para me passar gentilmente o dinheiro. Quando finalmente tinha o dinheiro todo na mão, comecei-me a ir embora. E quando chego á entrada, vejo a Caras deste mês e não resisti à tentação. Afinal de contas, José Castelo Branco é José Castelo Branco! Li, cheio de emoção, página a página! Era o suspense em cada uma delas! Sempre que virava para a seguinte, dava um suspiro de tanta emoção e pensava “Meu Deus, o que se segue? Mas que vida tão emocionante!”. Quando acabei, reparei que a Telenovelas também estava lá presente, também com o Sr José na capa! Que estranha coincidência. Falava também na paixão secreta de Floribela. Meu Deus, quanta emoção! No final, lágrimas escorriam-me pela cara! Parei então para pensar na minha vida e no que estava a fazer! Então larguei os sacos de dinheiro e fui-me entregar, para começar uma vida melhor!”

“Pois, sim, claro.”

•March 16, 2006 • 7 Comments

Boa tarde.

Testículos.

É o meu post de hoje. Resto de um dia agradável.

Mascar Chiclas

•February 23, 2006 • 7 Comments

Mais uma vez, boa tarde.

Ora, estava eu ontem a ir a caminhar muito calmamente e a falar para os meus botõezitos, quando passo por um sujeito. Mas note-se que não era um sujeito qualquer. Devo realçar que este sujeito estava a mascar uma pastilha elástica ou, se preferirem, uma chicla.

O que é que isto tem de tão extraordinário? Absolutamente nada.

O que realmente interessa era a maneira como este mascava a chicla. Analisei bem os movimentos da boca dele e as expressões que ia fazendo com a cara e cheguei á seguinte conclusão:

- Mascar chiclets é muito mais do que simplesmente mascar chiclets. Há muito mais para além disto.

E pronto, é isto o meu post de hoje.

Ahá! Enganei-vos de boa, não? Eu sou um maluco. Desde pequenino que faço isto. Ah, sou realmente engraçado eu. E inteligente também. Sou realmente inteligente. Deveras.

Bom, adiante!
O que se sucede é que eu desenvolvi um pequeno esquema a partir do simples acto de mastigar uma pastilha elástica, que vos demonstrar os vários tipos de “mastigação” da chicla e os vários espécimes de “mastigadores”.

Vamos começar, então, com as maneiras de mastigar. Para tornar isto mais simples, irei atribuir a cada tipo de “mastigação” uma letra.

Ora, o senhor que eu vi ontem, possuia uma maneira de mastigar “D”. Porquê?

Observem bem a letra “D” e imaginem como sendo o movimento que o queixo faz. Começa em cima, vai para baixo em linha recta e faz a curva, voltando á sua posição inicial. Experimentem fazer isto com o vosso queixo, mas têm de abrir bem a boca e mostrar uma boa quantidade de saliva. Não se irão desiludir, acreditem.

O próximo método é o “D invertido“. O mesmo movimento que o “D”, mas invertido. Começa com a curva e, quando está em baixo, vai em linha recta até à sua posição inicial.

O seguinte é o “I” (atentem bem que é maiúsculo). É a maneira mais simples e educada de mastigar uma chiclet. Descer e subir o queixo repetidamente. Nada mais simples.

O final é o “i” (minúsculo, agora). É o mesmo movimento do que o “I” só que o tracinho é o movimento do queixo e o pontinho é a boca aberta, a transbordar saliva. Bonito, sem dúvida.

Agora analisemos os vários tipos de ruminadores. Vamos começar nos mais básicos e acabaremos nos mais complexos.

O maricas – É aquele que depois do almoço compra sempre a sua embalagenzinha de Chiclets Ice, para tirar o mau hálito da boca. Masca cerca de 10 minutos. Mariquinhas pé-de-salsa.

O rookie – É aquele que compra somente uma chiclet (normalmente uma “Gorila”) e fica a mastigá-la durante cerca de 15/20 minutos, deitando a fora consequtivamente.
O pseudo-veterano – É aquele que já se está a iniciar na arte de mastigar chiclets, mas mesmo assim ainda tem muito que caminhar. Já compra cerca de 3 ou 4 chiclets, podendo variar para 5. Mete todas ao mesmo tempo na boca e mastiga-as durante cerca de 35
minutos.

O veterano – É o verdadeiro Senhor na arte de mastigar Chiclas! É o ilustre! Sempre que entra num café, fá-lo somente para comprar não uma, não duas, não três, mas o caixote todo das Gorila de morango/laranja/banana/etc! Saca da sua nota de 5 €, efectua a compra e vai-se embora feliz da vida. Este espécime vai metendo com calma, uma a uma as chiclets: mete uma e só adiciona outra quando a anterior tiver perdido o sabor ou estiver dura, podendo ficar o dia todo a mascar as chiclets que, no final do dia, já estão duras que nem um calhau e a sua forma assemelha-se a algo parecido com um bife.

Agora, uma piada á medida deste post.

Uma chiclet casa-se com outra chiclet e, juntos, têm muitas chicletzinhas. Como é que se chama o filme?

- A família Adams.


Hahahahahahaha.

Mulher encontra “imagem da Virgem Maria” em batata frita

•February 20, 2006 • 3 Comments

Ora, esta notícia, sem qualquer tipo de dúvida, merece destaque no meu blog.

Até merece uma pequena flatulência da minha parte. Obrigado.
Pois, excelssos leitores, a notícia de que eu vos falo é a que vem umas linhas abaixo. Não se precipitem e saltem as próximas, pois tenho um aviso a fazer-vos! Esta notícia não é de qualquer maneira recomendável a pessoas com problemas de coração e/ou estômago. As pessoas com alergia ao pólen também convem terem cuidado, mas não tanto.

Cá está o artigo:
Mulher encontra “imagem da Virgem Maria” em batata frita

Uma mulher da Flórida afirma ter encontrado uma imagem da Virgem Maria em uma batata frita encontrada no lanche que lhe serviram durante uma viagem de avião.Elizabeth Gould, originária de Palmetto, oeste de Flórida, disse que se sentiu surpresa ao comer as batatinhas fritas que lhe deram em um vôo da companhia aérea Jet Blue de Nova York para a Flórida.

Ela afirmou que foi o mesmo sentimento que teve ao visitar o local onde se erguiam as torres-gêmeas do World Trade Center, em Nova York, destruídas nos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001.

“Isto foi o que me levou a olhar para a batatinha (que tinha na mão). Acho que minhas palavras foram ‘se parece à Virgem Maria!’”, contou Gould. A batatinha tem uma silhueta similar à imagem popular da Virgem Maria.

A mulher, que guardou a batata em papel alumínio dentro de uma caixinha de metal, não disse se planeja vendê-la como fez outra mulher da Flórida, em novembro de 2004, que leiloou um sanduíche de queijo com a “imagem da Virgem” no pão, pelo qual um cassino pagou US$ 28 mil para expô-lo em viagem pelos Estados Unidos.

Antes de começar a debater este assunto, vou dar uns minutos para o meu caro leitor se recompor.

Já está? Bom, adiante.

Ora, o que eu penso disto é o seguinte: Ridículo.

Como é que uma pessoa vê a tão respeitada Virgem Maria numa Batata Frita?! É de se vir as lágrimas aos olhos, mas desta vez, de tristeza.

Mas agora a sério, como é que será ver a imagem da Virgem Maria numa singela e pequena batata frita, vamos supor, Ruffles. Não deve ser nada agradável ir num avião, pedir um pacote de batatas Ruffles e, ao retirar a primeira, presenciar um milagre! MEU DEUS! EU TENHO A VIRGEM MARIA NA MINHA RUFFLES DE PRESUNTO!

Algo a não esquecer.

O que esta senhora não se apercebeu foi que essa imagem, muito provavelmente, era mais uma daquelas promoções idiotas da marca! Tal como nos Lays Mediterrâneas saem Tazos dos Pokemons e autocolantes do BeyBlade e o camandro, naquelas batatas saem imagens divinais (literalmente)! Imagino a campanha de promoção deste evento. Imagino umas crianças sentadinhas, muito sogaditas (vem de sossegado) esse engenho chamado televisão, quando de repente começa um anúncio com uma música frenética e um senhor a dizer

Tu não vais querer perder! Agora, na compra das tuas Batatas Fritas preferidas, ganhas a imagem de um dos teus ídolos cristãos! São 7 para coleccionar! Jesus Cristo, a Virgem Maria, José, os 3 Reis Magos e, a imagem/cromo especial, DEUS! Desafia os teus amigos e vê quem ganha num concurso para ver quem é o mais fiel!

Não percas!

Quanto a isto:

A mulher, que guardou a batata em papel alumínio dentro de uma caixinha de metal, não disse se planeja vendê-la como fez outra mulher da Flórida, em novembro de 2004, que leiloou um sanduíche de queijo com a “imagem da Virgem” no pão, pelo qual um cassino pagou US$ 28 mil para expô-lo em viagem pelos Estados Unidos.

Não tenho muito mais a dizer, excepto que aquilo devia ser o prémio do HappyMeal.

Jardim Zoológico em casa.

•February 19, 2006 • 1 Comment

Esta notícia é deveras estranha mas, no entanto, cómica…

Aqui está ela:

A Polícia de Svelvik, um povoado no sudoeste de Oslo, na Noruega, encontrou um zoológico tropical na casa de um morador, que mantinha um jacaré, quatro serpentes, um lagarto e três tartarugas em sua sala.
Os répteis que se amontoavam na casa eram um jacaré-anão de u1 metro de comprimento, um lagarto de língua azul, três tartarugas tropicais, uma serpente e várias cobras californianas.

Os agentes capturaram os animais com facilidade porque o proprietário, consciente de sua infração, os ajudou na transferência dos bichos para a delegacia.

Os animais passaram a noite na delegacia. “Almoçamos com os répteis na cantina, mas não demos comida a eles”, disse Liaklev, entre risos.

O governo norueguês recolherá amanhã os animais, que serão submetidos a exames médicos para verificar se eles sofreram ferimentos ou estão doentes.

O zoológico de Kristiansand, no sul da Noruega, e o Aquário de Bergen, no oeste do país, se interessaram em abrigar os répteis. As leis norueguesas proíbem animais exóticos sem uma licença especial, por isso o proprietário será denunciado.

Resumindo, este senhor tinha como animais de estimação um jacaré, quatro serpentes, três tartafrugas e um lagarto. Na sua sala, portanto. Piadético.

Uma coisa que me intriga neste notícia toda é o seguinte…O que é que levou os polícias a entrarem dentro de casa dele, para, mais tarde, encontrarem esta miscelânia animalesca?

Terá sido o vizinho que, de quando em quando, ouvia uns gritos vindo de casa do outro e, cheio de curiosidade, foi espreitar á janela ver o que se passava?
Imagino….
“Estava eu a limpar os meus salões, como faço de hora em hora, quando ouço um berro. Mas note-se que não foi um berro. Foi um berro daqueles mesmo fortes! De qualquer das maneiras, estava eu entretido quando ouço o berro. E eu retribui o berro a minha mulher, dizendo-lhe ‘Oh Palmira, pudinzinho, vai lá acima, que o repolho trilhou outra vez o pirilau na retrete.’ , ao que ela me responde ‘Mas não foi o nosso menino que berrou. Foi mesmo o vizinho!’. E eu, intrigado com a situação, limpei o dedo ao braço do sofá (leia-se sófá), levanto-me e saio de casa. Chego á casa ao lado, e espreito pela janela, que é baixinha. Não é que me deparo com a seguinte situação: O Aniceto, meu vizinho, no chão. Trincando-lhe a cabeça, estava um crócódilo com cerca de um metro….Depois, uma serpente já lhe tinha comido meio braço…Depois havia mais três, só que uma, estava a comer um lagarto e as outras duas comiam-se uma á outra. Já as tartarugas, essas faziam corridas.”

Hmmm…Estou curioso se terá sido assim.

Ou terá sido o Aníbal (o morador, dono dos bichos) que convidou o chefe da Polícia de Svelvik, Erik Liaklev, a tomar um chá a casa dele e esqueceu-se que ter animais exóticos em casa sem uma licença era ilegal?
“Oh Anibal, que canídeo tão giro. Que raça é?”
“Ah, isso é um jacaré-anão…Giro não é?”
“Muito…E ele morde?”
“Tem dias…”

(…)

Vamos só analisar um ou dois parágrafos do artigo:

Os animais passaram a noite na delegacia. “Almoçamos com os répteis na cantina, mas não demos comida a eles”, disse Liaklev, entre risos.

Aha, espertinho!

O governo norueguês recolherá amanhã os animais, que serão submetidos a exames médicos para verificar se eles sofreram ferimentos ou estão doentes.

Eu cá ficava mais preocupado com o homem, depois de viver não sei quanto tempo com tanto animal selvagem em casa. Mas é só a minha opinião, claro! Duh!

Por hoje é tudo, caros leitores.
O bem-haja habitual.

Aluno ganha disputa para usar saia na escola

•February 19, 2006 • 1 Comment

É caso para dizer: só mesmo nos E.U.A.

Um aluno de uma escola de Hasbrouck Heights, em New Jersey, estava revoltado com a situação na escola.
A Direcção da escola proibiu o uso de calções…E então este aluno protestou! Como? Duma maneira muito simples: usando saias. Sim, saias. Leiam o artigo completo:

Michael Coviello, aluno de uma escola de Hasbrouck Heights, em New Jersey, nos EUA, conquistou o direito de usar saia na sala de aula. O garoto, com o auxílio da União Americana para as Liberdades Civis, chegou a um acordo com a direção do colégio.

Coviello quer usar saia para protestar contra a política da escola de proibir o uso de calções nas suas dependências. O código de vestuário da instituição baniu o uso da vestimenta, mas não de saias, política que Michael considera discriminatória.

O aluno começou o protesto usando saias que pareciam fantasias. Alguns dias mais tarde, foi mandado para casa com um bilhete do diretor que dizia que caso fosse novamente para aula com uma saia, vestido ou kilt (saia escocesa para homens), seria expulso.

O superintendente do distrito, Joseph C. Luongo, disse para o estudante comprar saias convencionais em uma loja, sugestão que Coviello obedeceu. “Estou feliz em poder usar saias novamente e chamar atenção ao facto de que a proibição aos calções não tem sentido”, disse Coviello.

fonte: http://noticias.terra.com.br/popular/


Ora vamos lá ver uma coisa…Tem lógica. O pobre rapaz achava que era ridículo e discriminatório o facto de os calções serem banidos, portanto começou a usar saias.
É lógico…Faz sentido…Realmente.
E é parvo.

Sim, realmente é parvo. Cá para mim, ele aproveitou este facto dos calções terem sido proibídos na escola, inventou uma desculpa qualquer e libertou a princesa que havia escondida dentro dele.

Sim, porque reparem bem:

“(…) chamar atenção ao facto de que a proibição aos calções não tem sentido“, disse Coviello.

Porque faz sentido aparecer de saias na escola.
E ainda há mais:

“Estou feliz em poder usar saias novamente (…)

Ahá! Portanto, este sujeito já tinha usado saias algures no passado.
Reparem também nisto:

O superintendente do distrito, Joseph C. Luongo, disse para o estudante comprar saias convencionais em uma loja, sugestão que Coviello obedeceu.

Este tal de superintendente também deve ser uma rica peça. Quem é o homem que, no seu mais perfeito juizo, aconselha alguém a comprar saias numa loja convencional, para demonstrar que está revoltado?! E também é preciso ser-se um pouco parvo para seguir esse conselho…
Enfim, ao que o mundo chegou.

Estou mesmo a imaginar a situação:

O rapaz chega a casa, a ferver de raiva! Pergunta a mãe “Que se passa?”. Ao que ele responde, contando o que se sucedeu na escola.
Mãe “Mas isso é inacreditável! Temos que fazer alguma coisa!”
Michael Coviello “Temos, pois!”
Mãe “E o que vais fazer?”
Michael Coviello “Tens por aí alguma saia que não uses?”

Enfim…

 
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